quarta-feira, 17 de junho de 2020

Anti-inflamatório reduz em 30% mortes por COVID-19, segundo pesquisa britânica


No combate ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) e na pesquisa por medicamentos eficazes contra a COVID-19, grupo de cientistas da Inglaterra afirma ter encontrado um medicamento capaz de auxiliar casos graves da doença respiratória. A droga, em questão, é um corticoide comum, chamado dexametasona, de baixo custo e bastante acessível.

Segundo os pesquisadores da Universidade de Oxford, que realizaram o estudo, o corticoide (ou anti-inflamatório esteroide) reduziu as mortes em até um terço nos pacientes hospitalizados, em estado grave. Agora, com a divulgação desses resultados, o governo britânico imediatamente autorizou o uso da droga em todo o Reino Unido para pacientes com coronavírus.

Os estudos científicos que detalham em quais situações a dexametasona pode melhor auxiliar a recuperação de pacientes com COVID-19 deve ser publicado em breve. Por enquanto, especialistas independentes alertam sobre a importância de se analisar esses casos para se saber sobre a melhor indicação da droga no tratamento.


Pesquisa em hospitais britânicos

O estudo liderado pela Universidade de Oxford investigou, de forma aleatória, 2.104 pacientes que receberam o medicamento e foram comparados com o quadro de outros 4.321 doentes, não medicados com o anti-inflamatório. Após quatro semanas de uso, o medicamento reduziu as mortes em 35% nos pacientes que precisavam de tratamento com aparelhos respiratórios e em 20% naqueles que precisavam apenas de oxigênio suplementar. 

Quanto aos casos mais leves da COVID-19, o uso do medicamento não representou significativa melhora. Ainda na análise, os pesquisadores estimaram que esse corticoide poderia evitar uma morte para cada oito pacientes tratados em aparelhos respiratórios e um para cada 25 pacientes em uso de oxigênio extra.

"Esses são grandes efeitos", explicou o pesquisador de Oxford responsável pelo estudo, Martin Landray. Entre os atrativos da droga estão também o preço acessível, segundo Landray: "é notavelmente barato, talvez US$ 20 ou US$ 30 por todo um curso de tratamento".

O que fazem?

Corticoides como o dexametasona são eficazes no tratamento de inflamações, um quadro bastante comum no pulmão de pacientes graves da COVID-19. Isso acontece conforme o sistema imunológico da pessoa reage para combater a infecção do coronavírus e, por isso, os pesquisadores resolveram testar a droga. No organismo, a batalha contra a COVID-19 danifica, em alguns casos de forma drástica, os pulmões dos pacientes.

Além dos quadros da COVID-19, os corticoides são usados para combater infecções fúngicas e bacterianas, como meningite e um tipo específico de pneumonia comum em pacientes com HIV, mas não se mostraram tão úteis contra a gripe ou outras doenças virais, por exemplo. 

Efeitos colaterais?

Sobre as pesquisas iniciais com a droga, até o momento, não foram compartilhados dados sobre os efeitos colaterais da sua medicação. Sabe-se que, a longo prazo, a dexametasona é conhecida por afetar os rins e a imunidade dos pacientes. No entanto, os pesquisadores alegaram o uso de uma dose baixa e por um curto período de tempo, o que geralmente é seguro.

“A dose baixa a curto prazo não deve ser um problema, mas os esteroides [corticoides] têm muitos efeitos colaterais”, incluindo ganho de peso, pressão alta, retenção de água, alterações de humor, problemas de sono e problemas de sono e aumento de açúcar no sangue para pessoas com diabetes", explica Francisco Marty, especialista em doenças infecciosas no Brigham and Women's Hospital em Boston, nos Estados Unidos.

Outra parte desse mesmo estudo de Oxford para investigar drogas contra a COVID-19 já demonstrou, anteriormente, que a hidroxicloroquina não estava funcionando, da forma esperada, contra o novo coronavírus. Além da dexametasona, outros dois corticoides foram testados: prednisolona e hidrocortisona. No entanto, para eles, ainda não existem pesquisas detalhadas.

Fonte

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Foco no tratamento da endometriose pode impedir o surgimento de doenças no coração (Aterosclerótica)

    





Foco no tratamento da endometriose pode impedir o surgimento de doenças no coração (Aterosclerótica)

Um dos principais problemas do coração é a doença cardiovascular aterosclerótica e ela pode ser potencializada nas mulheres com endometriose 





Mulher: faça exames no seu coração logo após o diagnóstico da endometriose

Crédito da imagem: Jobert Aquino



Estresse, solidão e perda de produtividade. Quanto de nós estamos apresentando esses três comportamentos no isolamento imposto pela quarentena. O isolamento social foi necessário com a “ explosão” do coronavírus em todo o mundo. Um dos indivíduos que podem se prejudicar ainda mais por esta nova rotina imposta são os que têm endometriose. Isso porque se não tratada a doença logo, ela pode contribuir para o fortalecimento de outra moléstia do coração: a Aterosclerótica. Esta doença, com o nome aparentemente complicado, tem sintomas complicados nas pessoas: fadiga, dor no peito, pallpitação, aumento da pressão arterial, cãibras, entre outros. 


No isolamento, com o estresse gerado nas pessoas com endometriose, pode-se gerar aumento na pressão arterial e outros sintomas que concomitantemente serão refletidos no coração.


“ O que mais preocupa nas mulheres com endometriose é que o diagnóstico da doença geralmente é feito anos antes da menopausa , o que revela as dores e a infertilidade pélvica, levando as mulheres a tratar ambos. Todavia, as doenças cardiovasculares, entre elas a Aterosclerótica apresenta-se, nesta mulher, anos mais tarde. Por isso, a importância dos estudos que revelam o quanto essa doença tem a potencia elevada em pacientes com endometriose. Para impedir o surgimento dela lá na frente e já buscar os possíveis tratamento no presente”, explica Maria Helena, Coordenadora da AMO Acalentar (Associação Ministério Nacional e Universal de Endometriose, Intertilidade, e Dor crônica do Brasil).


Os motivos patogênicos que leva a a Aterosclerótica são similares aos da endometriose: Inflamação Crônica, estresse oxidativo, e disfunção endotelial. 


Além da importância de tratar ambas doenças, Endometriose e Aterolsclerótica,  há algumas ações que podemos tomar para minimizar o surgimento e/ou o potencial dessas moléstias. Maria Helena, Coordenadora da AMO, com opiniões médicas e fontes seguras lista algumas ações para colocar em prática hoje mesmo:


1) Coma alimentos ricos em antixoxidantes 


São as plantas que protegem nosso corpo do estresse oxidativo: vegetais, frutas, legumes, ervas, grãos e nozes). São  itens fáceis de encontrar já que as casas de produtos naturais só crescem no Brasil, além das feiras livres. Neste momento de pandemia é possível pedir e receber em casa esses produtos. 


2) Reduza os níveis de estresse


O Estresse psicológico não prejudica apenas o seu coração e o seu cérebro. Ocasiona danos celulares também. Logo, meditar, fazer exercícios físicos e fazer terapia (psicólogo e/ou psicanálise) podem lhe ajudar neste período de isolamento e após voltarmos a socialização.


3) Priorize o seu sono


O sono adequado faz com que recuperemos a energia do nosso corpo e se estabeleça um sistema emocional mais equilibrado. A melatonina conhecido como hormônio do sono é um antioxidante que só faz bem para o nosso corpo e mente. 


Para saber mais sobre a ligação entre endometriose e doenças cardiovasculares, acesse: https://www.endonews.com/endometriosis-and-atherosclerotic-cardiovascular-disease


Para continuar tendo informações sobre a Endometriose e a saúde da mulher continue acessando o nosso blog: http://www.endometriosemulher.com/



Sobre a Rede Amo Acalentar

A Associação Ministério Nacional e Universal de Endometriose, Intertilidade, e Dor crônica do Brasil não tem fins econômicos e/ou lucrativos e tem como objetivo o atendimento e a defesa de tratamento aos casais inférteis, aproximar portadoras de endometriose a pessoas físicas e/ou jurídicas profissionais que possam oferecer àquelas melhores condições de tratamento, e promover a debates sobre os possíveis tratamentos por meio de experiências e informações. Buscando sempre soluções aos casais e promovendo a esperança de um mundo melhor.


 

Informações para Imprensa:


Queissada Comunicação

Agência especializada em educação, saúde, e intercâmbio

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contato@queissada.com.br

(11) 99813 6291


terça-feira, 9 de junho de 2020

Mulher diga Não ao médico que não acreditar nas suas dores

  


Mulher diga Não ao médico que não acreditar nas suas dores
A endometriose acomete as mulheres de formas distintas e muitas sentem fortes dores e ainda passam por descrença nos sistemas de saúde 



Mulher: respire e troque de médico- Não aceite que não acreditem no que você sente 
Crédito da imagem: Jonatas Domingos


Uma em cada três mulheres com endometriose apresenta dificuldade para engravidar. Este dado é do grupo Jean Hailes. Não bastasse ter problemas para gerar uma criança, muitas dessas mulheres sentem fortes dores que impedem, inclusive, de trabalharem e terem uma vida normal. 

Isso ocorreu com a Haley. Foram quase 2 décadas para que os médicos acreditassem nos sintomas que ela apresentava. Haley não conseguia trabalhar e por isso o tratamento para a endometriose era ainda mais difícil. Veja o texto na íntegra: https://www.abc.net.au/triplej/programs/hack/how-endometriosis-endo-affects-fertility-babies-familly/11480786

Assim, como Haley milhares de mulheres têm dores e os médicos não acreditam nos sintomas. Muitos chegam a afirmar que ao engravidar, as dores desaparecem. Isso é um mito. A maioria das mulheres que têm endometriose sentem dores ao praticarem sexo, inclusive. E as que conseguem fazer sexo e engravidar ficam mais propensas a abortos.

O diagnóstico da endo (ou endometriose) só pode ser feito por um procedimento cirúrgico.  A cirurgia é feita no buraco da fechadura da pelve. O procedimento é chamado de laparoscopia. 

“Algo que recomendamos para as mulheres que têm fortes dores e não conseguem ter o aval do médico para fazer o procedimento médico acima é se consultar com um médico especialista  e/ou trocar de ginecologista. Todavia, não desistir e confiar nos seus instintos e sintomas. Todas têm a capacidade de ter uma vida melhor”, finaliza Maria Helena, Coordenadora da Amo Acalentar (Associação Ministério Nacional e Universal de Endometriose, Intertilidade, e Dor crônica do Brasil).

Para saber mais sobre endometriose e saúde da mulher continue acessando o nosso blog: http://www.endometriosemulher.com/


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sexta-feira, 5 de junho de 2020

Você sabia que não é apenas a endometriose que prejudica a gravidez?!





Mês de Junho é conhecido mundialmente como o período de conscientização e debates sobre a infertilidade 

É fato que estamos atravessando um mês de Junho atípico no Brasil e no mundo. Ao abrirmos os jornais e/ou assistirmos aos programas de notícias nos deparamos com informações sobre o coronavírus (Covid-19, vírus que alterou a rotina mundial. O isolamento foi algo necessário para conter o contágio. Todavia, este isolamento, também trouxe ansiedade, reflexões e até o aumento no número de depressão. 

Quando ampliamos a discussão sobre as emoções envolvidas na quarentena é nosso dever debater sobre os milhares de casais que desejam ter filhos, antes, durante e após a pandemia. Essas ansiedade, nesses casais que já tentaram por pelo menos 12 meses engravidar, e não conseguiram, se torna maior no confinamento. 

Um dos ditados mais antigos e muito usado no nosso país vale nesse debate: informação é poder. Por isso, entender o porquê não se estar conseguindo engravidar e buscar possíveis soluções pode amenizar este momento pode transformar a situação. O primeiro ponto importante que precisamos abordar é a infertilidade não é responsabilidade exclusiva das mulheres. Na realidade, as causas dessa doença estão distribuídas igualmente entre homens e mulheres (por volta de 35% cada), além de um percentual de 15% dos casos que não apresentam uma causa aparente.

Dito isso, o segundo ponto importante é desmistificar que a única causa que leva infertilidade da mulher é a endometriose. Fatores como a taxa mensal de fecundidade (Sinérgica com a idade da mulher), estar em um tratamento de câncer, e até hábitos como tabagismo e/ou uso excessivo de bebidas alcóolicas podem interferir no processo da gravidez. 

Para os homens, fatores como obesidade e cirurgia bariátrica , hábitos de tabagismo e o uso excessivo de álcool também, e os que tem varizes na região escrotal (Varicocele) interferem para a ocorrer a gravidez. 

Todos os elementos que prejudicam a fertilidade tem tratamento. Claro, que vai depender de cada organismo, do tipo de medicação usada na indução, e inúmeros fatores. Entretanto, a medicina evoluiu e a infertilidade, hoje, é entendida como um tratamento de saúde. Mesmo na época que estamos passando, de pandemia, há clínicas que estão atuando com todos os cuidados que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda: uso de máscaras, luvas e álcool em gel disponíveis por todos os ambientes.

Para saber mais sobre intertilidade, endometriose e saúde da mulher continue acessando o nosso blog: http://www.endometriosemulher.com/


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domingo, 12 de abril de 2020

Auxilio Doença Para As Mulheres Com Endometriose, qual o caminho?

Descomplicando a Previdência
Por Dr. Filipe De Fillipo




FILIPE  DE FILIPPO
OAB/MG n. 73.668
Advogado graduado em 1996. Mestre em Direito Público pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Possui experiência profissional em instituições financeiras. Advogado de hospitais, construtoras e empresas de transporte, dentre outros ramos de atividades.

Professor de Direito Administrativo, Civil e Previdenciário, com 19 anos de experiência, tendo atuado, também, como coordenador de curso de Direito.



HENRIQUE LOPES DE FARIA
OAB/MG n. 131.896
Advogado graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

Pós-Graduado em Direito e Processo do Trabalho pela Universidade Estácio de Sá. Pós-Graduado em Direito Previdenciário pela Universidade Estácio de Sá.

Atua na advocacia contenciosa e consultiva nas áreas Cível, Previdenciário e Trabalhista.



Juntos Em Uma Só Voz combatecovid.org/amo-acalentar

segunda-feira, 30 de março de 2020

10 dicas comprovadas para você dormir melhor durante a quarentena

O mundo inteiro está em isolamento, fronteiras fechadas, viagens canceladas, home office em massa, empregos ameaçados, saúde dos nossos familiares em risco. Como não perder o sono?
Se você é uma mulher que tem endometriose e sofre com dores crônicas, pior ainda. Inclusive, você sabia que só o fato de ter endometriose pode piorar a qualidade do seu sono? Imagina com toda essa situação incomum mudando a rotina!
Por isso preparamos um guia com 10 dicas comprovadas para que você consiga dormir melhor durante a quarentena.
  1. Estabeleça uma rotina
Quando você não está acostumado a trabalhar em casa, pode ser difícil se adaptar à nova rotina. Ainda mais se você tem filhos ou pets disputando sua atenção com seu chefe. Para completar, o barulho da rua e as atividades domésticas podem transformar sua vida em um caos.
Nessa hora é muito importante se planejar. Coloque no papel suas tarefas para a semana, organize por dia e priorize as mais urgentes e importantes.
Nosso corpo possui um ritmo biológico adaptado de acordo com sinais provenientes do ambiente externo. Precisamos manter essa ritmicidade para ter uma saúde e qualidade de sono melhor.
Tente manter horários regulares de sono e alimentação. Isso vai fazer com que o seu organismo entenda quando é hora de dormir e você vai naturalmente sentir sono na hora certa.
2. Pratique exercícios físicos na hora certa
Praticar exercícios moderados durante o dia melhoram a qualidade do sono e te ajudam a dormir mais rápido. Mas tem hora certa para fazer exercício? De acordo com os especialistas em sono, sim!
recomendação é: se for praticar exercícios rigorosos, faça isso pelo menos 1 hora antes de dormir.
3. Mantenha uma alimentação saudável
A alimentação pode ser sua grande aliada nesse momento. Como?
Manter uma alimentação rica em fibras e pobre em açúcar e gorduras saturadas pode te ajudar a dormir mais, com qualidade.
Lembre-se de tentar comer sempre nos mesmos horários. Essa regularidade ajuda a manter seu ritmo em ordem.
4. Cuide do seu bem-estar
Uma das causas da insônia é a ansiedade. Ir deitar e ficar pensando nas consequências da epidemia, não vão te ajudar em nada.
Tente relaxar a noite. Tomar um banho morno, meditar, ler um livro, fazer uma atividade relaxante, podem ajudar muito a melhorar sua qualidade de sono.
5. Evite se estressar a noite
Ir para a cama com raiva é uma das piores coisas que você pode fazer se quiser dormir bem.
Quando você está estressado, libera um hormônio chamado cortisol, que prejudica a qualidade do sono.
Portanto, evite brigas, assistir notícias pesadas, conversar ou pensar demais nos problemas antes de dormir.
6. Evite consumir álcool e cafeína antes de dormir
Se você gosta de tomar uma cerveja ou café, não tem problema nenhum. Mas faça isso preferencialmente durante o dia.
O álcool pode interferir no sono REM (estágio do sono no qual sonhamos). Você vai sentir que não descansou nada.
A cafeína, por sua vez, vai te deixar ligado. Não é isso que você quer a noite, certo?
7. Vá para a cama SOMENTE quando estiver com sono
Parece simples, né? Mas nem sempre tomamos esse cuidado.
Muita gente usa a cama para trabalhar, ficar no computador ou celular durante horas, ler, relaxar, comer…Se identificou?
A verdade é que a gente deveria usar a cama só para dormir. Esse hábito ajuda seu cérebro a entender que quando você vai para a cama, você está pronto para dormir e vai enviar os sinais adequados para que seu corpo se prepare para isso.
8. Exponha-se ao sol durante o dia
Mesmo dentro de casa, podemos fazer um esforço para tomar um sol durante o dia.
Se você mora em apartamento, pode descer na área comum do prédio, dar uma volta no quarteirão. Se você mora em casa, talvez tenha um quintal. Até abrir as janelas da casa e aproveitar uma frestinha já ajuda.
Essa prática faz com que seu organismo entenda que é dia e vai atuar para sincronizar a secreção de hormônios importantes na regulação do sono.
9. Evite a luz artificial a noite
Essa é a dica mais difícil de seguir. Estamos tão acostumados a estar o tempo todo com as luzes acesas, televisão, computador, tela de celular. Já fazem parte da nossa vida, é inevitável.
O problema é que para quem tem problemas de sono, pode ser prejudicial. A exposição à luz durante a noite causa um atraso na secreção do hormônio melatonina. Esse hormônio atua na regulação do sono e dos ritmos do nosso organismo.
Tente reduzir essa exposição apagando as luzes algumas horas antes de dormir e evitando ficar ao celular. Você pode também usar um filtro de luz azul na tela do celular.
10. Prepara-se para dormir
Antes de dormir, deixe o ambiente tranquilo, apague as luzes, tome um banho morno, use travesseiros e roupa de cama confortáveis.
Esse ritual precisa ser calmo, relaxante, prazeroso. Veja esse momento como seu aliado. Dormir bem vai te ajudar a ter energia para enfrentar um novo dia!
Quantas dessas dicas você já usa em sua rotina de sono? Comente
Compartilhe com todo mundo que você conhece que está tendo dificuldades para dormir!
Artigo escrito por Ana Luiza Dias, Bióloga doutora em Psicobiologia do blog iDEA, voluntária AMO.


segunda-feira, 9 de março de 2020

Exames: Mutirão Gratuito de Ultrassons,

Utilidade Pública




Informamos que no mês de março, teremos vagas disponíveis para os seguintes exames:

USG Transvaginal para rastreamento da endometriose  Março nos dias: 26 e 27/03/20,


Outros

Usg Transvaginal : 12,13 e 14/03/2020 - Manhã e Tarde

Usg Abdomen Total , Rins  e Vias urinárias , Próstata Abdominal : 17,18,19,20,23,24,25 e 26/03/2020 - Manhã e Tarde

Obstétrico : 29 e 30/03 , 01, 02 e 03/04/2020 - gestantes de 18 a 33 semanas

Obstétrico : 19 e 20/03  - gestantes de 10 a 15 semanas - Tarde

Usg Abdmen Total : 28/03/2020 - Manhã

Usg Abdomen : Usg Abdomen Total ( SOMENTE pacientes com Cirrose+ Doenças do Fígado ) Manhã.
Usg Articulação - 14,15,17 e 18/03/2020 - Usg Pé, Tornozelo , Quadril , Joelho , Mão , Punho , Ombro - Tarde

Eco infantil - 13 e 14/03/2020 - Crianças de 0 a 14 anos - Tarde

Colposcopia : 13 e 14/03/2020  - Manhã e Tarde

Usg Pélvico : 30/03/2020  - Manhã

Usg Próstata Transretal - 21 e 22/03/2020  - Manhã

Histeroscopia : 27/03/2020 -Tarde ( Pacientes até 50 anos )

Histeroscopia : 28/03/2020 - Tarde - Pacientes qualquer idade

Histeroscopia : 29/03/2020 - Manhã - Pacientes qualquer idade / tarde : Pacientes até 50 anos

Usg Tireóide : 30 e 31/03/2020  - Tarde

Biópsia de Tireóide : 01/04/2020  -  Tarde


Acessem o link para preencher o formulário para agendamento

Marcar Exame



Edit: Vanessa Martins - Voluntária
Endometriose Mulher / AMO Alencar


 Endotalks
#juntasemumasóvoz #vamojunto

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

A atriz e criadora da série Girls contou o inferno que sofreu após uma histerectomia em 2017


Lena Dunham falou sobre seu vício em calmantes: “Não queria viver mais”
Por El País de España
Publicada: 02/02/2020, 07:50hs.Lena Dunham, em um evento para a cadeia HBO.

“Houve um momento em que eu não queria viver”. Com essas palavras a atriz escritora e roteirista Lena Dunham falou sobre a pior etapa da sua vida. Foi quase há três anos atrás, durante o vicio causado pelos ansiolíticos que tomava durante a recuperação da histerectomia que fez em 2017. Dunham removeu o útero devido a dor intensa causada pela endometriose que os médicos detectaram alguns meses antes.

“Um dia olhei ao redor e estava deitada em uma cama na casa dos meus pais debaixo de dois cobertores, com o mesmo pijama que eu usava há três dias e pensei: “Esta não sou eu”, a atriz conta à revista Cosmopolitan, onde será capa no próximo mês de março. Dunham esclarece que não eram “pensamentos suicidas”, simplesmente “não sentia nada, não queria viver”. Uma situação pessoal difícil que coincidiu com o rompimento com o músico Jack Antonoff, que foi seu namorado por quase seis anos.
Toda essa situação mergulho Dunham em depressão e forte ansiedade que acalmava com Benzodiacepina, uma forma comum de medicação da qual ela se viciou, mas com a qual ela deixava de ser ela mesma. “Me dei conta que não estava somente tomando medicamentos para dor física, mas também para a dor emocional. São uns comprimidos que alteram a química do seu cérebro e de repente você não é você mesmo. Não está presente. Você não é funcional”. Suas dores não acabaram: ela lida com uma fibromialgia e, às vezes, usa uma bengala para combater a síndrome de Ehlers-Danlos que ela também sofre, e pela qual a pele e as articulações são excessivamente relaxadas.
Após a crise, Dunham decidiu fazer uma mudança radical em sua vida e fazem 14 meses que ela comemora que está sóbria. Na entrevista com Cosmopolitan, a estrela da televisão fala abertamente sobre sua relação com Antonoff. “Nos apaixonamos quando éramos muito jovens e nos divertimos muito juntos, mas ambos começamos nossas carreiras e essa foi nossa verdadeira paixão”, reconhece sobre o compositor e líder da banda Bleachers, que agora considera um grande amigo. “Houve momentos em que fui cruel, rude e desagradável, mas ele aceitou maravilhosamente e eu também aceitei sua raiva. O bom é que não tentamos fingir que não tivemos uma história, mas também estamos dispostos a seguir em diante. “O amor que você tem por alguém não desaparece, eu o amo muito, somos muito amigos”.
Precisamente, Dunham também fala em manter-se sóbria na questão amorosa depois de muito tempo, ela conta que saía à noite e ia para casa “com qualquer cara que me pedisse, porque eu sentia que ninguém jamais poderia me amar”. “Estar sóbria para mim significa muito, mais do que simplesmente não consumir drogas, também significa que eu evito de ter relacionamentos negativos. Isso significa que eu deixo de namorar, algo que acho incrível”. Afirma. De fato, ela diz que se encontrasse alguém seria “fantástico”, mas que está comprometida com muitas coisas e que não é esse o tipo de compromisso que procura agora.
Acredito que estou solteira há 14 meses. Eu posso ter beijado um cara em alguma festa, alguma vez, mas não conta. Saio com meus cachorros, com meus gatos. Isso me deixou claro porque acredito que para muitos de nós, o mundo se tornou muito mais positivo como sexo, porque as mulheres jovens, ambiciosas, independentes, temos um relacionamento tenso e complicado com o sexo. Por um lado, nos ensinam a pedir o que queremos. Por outro lado, temos medo de não encontrar ninguém para resolver”. Pensa. Ela afirma, que após esse período, percebeu que não queria entrar em “uma dinâmica” com quem não a fizesse sentir “supersegura”: As pessoas vão dizer agora: ‘Meu Deus, não teve relações com ninguém em um ano’. E eu responderei: ‘Não, foi a coisa mais restauradora que fiz. Os últimos dois anos foram os melhores da minha vida. É difícil alguém estar comigo”.
De fato, outro assunto que ela fala na entrevista é do seu corpo, de como se sentia tremendamente segura com os 22 anos e como depois começou a se olhar no espelho “e a ver mais dor por dentro do que beleza por fora”. Mas, isso ela já superou e está em um momento vital pleno: “É engraçado, provavelmente peso mais do que nunca e passei por muitas coisas físicas, mas me vejo como com 22 anos, do que em qualquer outro momento, porque sinto paz dentro de mim”.
Seus animais de estimação são seus grandes amores e, como ela mesma explica, o trabalho também sempre foi seu principal remédio. Mas, agora está claro que o mais importante é ela mesma. No ano passado ela apareceu em “Era uma vez” em Hollywood , de Quentin Tarantino, lançou um podcasts feminista, produz a séria Generation e em breve começará a gravar um filme. Muito trabalho, sim, mas ela mesma sabe quando parar. “agora, sei dizer à minha equipe, meu gerente, às pessoas com quem trabalho: ‘Hoje não vou mais atender ligações, porque não estou bem’. Aprendi a me cuidar”.

( Fonte: https://tn.com.ar/show/hollywood/lena-dunham )

Tradução:
Vanessa martins
Voluntária na AMO Acalentar

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Endometriose x Infertilidade




A endometriose, doença caracterizada pela presença do endométrio em outras partes do organismo além do útero, pode causar infertilidade.

Cerca de 30% a 40% das mulheres que sofrem de endometriose têm infertilidade. Entre as mulheres com infertilidade, 50% delas apresentam a patologia.
A endometriose causa infertilidade pelos seguintes efeitos: influencia o hormônio no processo de ovulação, e na implantação do embrião; prejudica a liberação do óvulo dos ovários em direção às trompas; interfere no transporte do óvulo pela trompa, tanto pela alteração inflamatória causada pela doença, como por aderências (as trompas "grudam" em outros órgãos e não conseguem se movimentar); alterações no desenvolvimento da gestação; pode interferir no desenvolvimento embrionário e aumentar a taxa de abortamento, entre outros.
Mais de 50% das pacientes têm uma chance maior de engravidar após o tratamento cirúrgico da patologia.
As chances de retorno da doença, mesmo após uma gravidez, são grandes, desde que a mulher não faça nenhum tratamento hormonal pós-gestacional para controle. Como não se sabe o que causa a endometriose, não é possível curá-la e evitar sua volta.
(Fonte: www.guiadobebe.com.br; www.terra.com.br/vida-e-estilo)

Vanessa martins
Voluntária na AMO Acalentar