segunda-feira, 16 de junho de 2014

Convite: LANÇAMENTO Do Livro “Endometriose – O Silêncio e a dor da Alma”


      A escritora e colunista da Endometriose Mulher Leda Gonzaga, de Uberlândia-MG, Lança pela Editora  Gregory - o livro:



“... Através de depoimentos emocionantes, a autora alerta as mulheres a se cuidarem melhor e a não se calarem diante dessa enigmática e traiçoeira doença’’...

Com o objetivo de ajudar a divulgar a doença a escritora que é portadora da Endometriose a qual descobriu á 15 anos atrás, somente aos 32 anos ,deseja levar através de  depoimentos de mulheres que compartilharam suas experiências, negativas e positivas nos tratamentos contra a endometriose.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Endometriose: qual é a evidência para esta doença enigmática?

Gente não pude deixar de repassar esta matéria, muito importante. 

Postado em 02 junho de 2014
Até à data,  a endometriose  diagnóstico e tratamento precoce parece estar longe de atingir a forma final. Apesar do grande número de trabalhos publicados, as causas da doença ainda não estão claros: evidências acumuladas [1] sugere que mutações genéticas podem desempenhar um papel de alterar o processo correto de organogênese do trato reprodutivo feminino. Nesta condição, parece que as células primordiais indiferenciadas e que formarão o diferente parte do aparelho reprodutor feminino pode permanecer extraviada durante a organogénese. Durante a idade pós-púbere, estas células podem se diferenciar sob o efeito de alterações hormonais, e formar os implantes de endometriose típicas no interior da cavidade peritoneal. Uma vez estabelecida, os focos de endometriose têm uma interação dinâmica com o sistema imunológico: este último parece abordar a resposta inflamatória da microbiota peritoneal. 
Independentemente de novas provas, os sintomas e sinais da doença são mais conhecidos: enquanto algumas mulheres com endometriose pode experimentar sintomas e / ou infertilidade dolorosos, outros têm nenhum sintoma. A prevalência exata da endometriose é desconhecida, mas as estimativas variam de 2 a 10% das mulheres em idade reprodutiva, a 50% das mulheres inférteis [2, 3]. "Isto não quer dizer que depois da idade reprodutiva a endometriose não prevaleça".Maria Helena Nogueira
Segue lendo.

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