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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mulher com Endometriose Infertilidade e Dor Crônica. Aguenta Firme, Não Desista.

Palavra de força pra você que já não vê uma saída.

 que o cansaço chegou e pensa em desistir.


Voices  Aguenta Firme (CD Para sempre)

Amada e querida amiga hoje quero escrever para você, quero dizer que suas dores e aflições tem dia e hora para acabar. Tenho conversado com você, e quero falar também com você que está ai escondida, olhando tudo sem saber o que fazer, não aparece não gosta de se expor devido a tanta pancada que já levou. Não entende porque está passando por tudo isto. Planeja acabar com isto, pede a Deus que acabe com tanta dor e sofrimento, porque? porque com tanta dor ainda tem que ficar se explicando, muitas vezes envergonhada humilhada procura ficar em seu quarto sozinha, pensa em fugir, desaparecer.  O mais cruel de tudo é quando se busca ajuda em um profissional e volta ainda mais desacreditada, a família então concorda que você está chamando atenção, que você está inventando doença. Amiga Deus sabe que esta doença a endometriose é reconhecida por especialistas e profissionais sérios como a mais cruel doença dos últimos tempos.pois a consideram pior que o câncer e o HIV, ( Alguns ainda desconhecem a severidade destes), devido a seu comportamento maligno onde a mulher portadora se vê completamente incapacitada e pior não só imobilizada como no caso de deficiência mais em gritos e  gemidos de dor, em muitos casos dia e noite, noite e dia sem cessar. Isto quando a dita cuja endometriose não está infiltrada escondida que não aparece nos exames e a paciente é tachada de louca, ou como disse antes está chamando a atenção. Como se elas gostassem de passar pela vida gemendo, chorando, acamadas, sem namorar, ir ao shopping, comprar vestidos, sapatos, bolsas, perfumes, como se não quisessem  trabalhar para ter a própria independência e não depender de outros para tudo, muitas dependem até de ajuda no banho, para ir ao banheiro. São mulheres que se vêem assexuadas pelas medicações e dores, são mulheres que deixam de namorar que a grande maioria perdem os companheiros são abandonadas, descartadas por todos os amigos e até familiares, as que tem filhos muitas vezes se vêem em grande aflição por seus filhos precisarem dos outros e isto quando os filhos não passam a cuidar da mãe doente e deixam seus estudos e passam a viver com o mínimo necessário para uma criança. E isto é pior que a dor, a mãe ver seus filhos quase a mendigar mal vestidos e mal cuidados.
 NÂO, NÂO! Isto tem que acabar. Chega de tanto desconhecimento e invisibilidade, nossas mulheres estão sofrendo num purgatório em vida, nossas crianças meninas estão a sofrer desmaios e abandonar tudo, muitas perdem a infância por conta de uma doença terrível, deixam muitas vezes os estudos, a faculdade e isto cara sociedade é só pra chamar a atenção!!!!, Pelo amor de Deus vamos acordar, olhem além de seus umbigos, prestem atenção até porque nos posts anteriores se prestarem atenção, são gritos calados, desesperados pela compreensão e visão de todos.
Como disse; aguente firme! venho te dizer que você não está só. Que Deus não a desampara, que Ele é contigo em todo o tempo.
Somos mais de 190 milhões de cristãos em nosso país, todos conhecem este Deus soberano e toda a história de milagres. Então amigas vamos manter a FÉ e a ESPERANÇA.
Saiba que você pode e que de um minuto pra um segundo tudo pode mudar, além do que Deus tem levantado grandes mulheres para ajudar nesta luta e andar de mãos dadas com você.
Esta é a mensagem para você, guarde sempre esta mensagem, pois se você está lendo é porque Deus quer passar a você. Coloque na sua agenda, leia sempre esta mensagem, não esqueça nunca que Deus falou contigo.

Salmo 46

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem na angústia.

2 Pelo que não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
3 Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza(selá).
4 Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
5 Deus está no meio dela; não será abalada Deus a ajudará ao romper da manhã.
6 As nações se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
7 O Senhor dos Exércitos está conosco: o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (selá.)
8 Vinde, contemplai as obras do Senhor; que desolações tem feito na terra!
9 Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra: quebra o arco e corta a lança: queima os carros no fogo.
10 Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre as nações; serei exaltado sobre a terra.
11 O Senhor dos Exércitos está conosco: O Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá)

É isso amiga querida. Vamos em frente #juntasnumasovoz.




quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Fibromialgia? - É preguiça, é tudo da sua cabeça!


        Dor Crônica


Milhares de pessoas, a maioria mulheres, sofrem de fibromialgia. A dor constante causa problemas físicos, ocupacionais, sociais, psicológicos e emocionais aos portadores desta síndrome.
A fibromialgia é uma doença do sistema nervoso central, invisível e pouco compreendida, para além de ser muito debilitanteOs doentes fibromiálgicos enfrentam o drama do descrédito, porque dificilmente poderá acreditar-se na existência de uma doença em que alguém, aparentemente saudável, possa padecer de dores difusas com variações de intensidade a tempo inteiro. Infelizmente, esta é uma das principais razões para que os seus portadores sejam muitas vezes mal interpretados.
Sem biomarcadores definidos ou prova radiológica, num quadro de dor migratória constante, a nível do aparelho músculo-esquelético, e uma fadiga penetrante de exaustão abrangente - como se alguém desligasse a sua fonte energética-, a que se junta a falta de sono (mesmo quando o fazem, não atingem as fases mais profundas que permitem o rejuvenescimento corporal), estes são os principais sintomas da fibromialgia, a que se conjugam, também, a depressão a ansiedade, patologia gástrica, urinária e, por vezes, respiratória.
A fibromialgia não é de diagnóstico fácil. Por isto, quando é observada por leigos a sua catalogação óbvia será: “é preguiça, é tudo da cabeça”.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a fibromialgia entra na lista de doenças e sintomas em que o efeito terapêutico da acupuntura tem sido mostrado. Porém, de acordo com a O.M.S, carece de mais estudos controlados para definição de maior prova científica para que possa considerar-se a acupuntura um tratamento efetivo indicado por esta autoridade.
Na teoria da Medicina Tradicional Chinesa, a fibromialgia é uma síndrome da energia defensiva ou WeiQi. Entra no quadro das doenças auto-imunes tal como a síndrome da fadiga crónica, esclerose múltipla, lúpus entre outras.
À luz da Medicina Chinesa, a fibromialgia tem a principal causa em distúrbios emocionais que afetam a energia do fígado. A estagnação da atividade do Qi - energia - leva à êxtase de Sangue, o que provoca dor. O princípio do tratamento é regular o Qi e o Sangue, em conjunção com a dispersão do frio e remoção da umidade.
Em termos dietéticos o seu corpo está em uma constante batalha para manter o delicado equilíbrio ácido/alcalino. A dieta moderna, baseada sobretudo em alimentos super processados, contribui para um agravamento da acidez corporal. A longo prazo a acidez corporal causa uma série de doenças entre muitos outros problemas para a sua saúde.
Aqueles que sofrem de fibromialgia precisam de prestar muita atenção para o equilíbrio do seu PH corporal e, nesse sentido, a dieta alcalina é tida como a mais saudável. Aconselha-se pois uma visita ao seu Nutricionista.
As antocianinas são fitonutrientes que possuem elevada ação analgésica e anti-inflamatória10 vezes superior ao da aspirina. Poderá encontrar este fitonutriente em alimentos de cor vermelha, azul, púrpura, roxos e pretos, os de sabor adstringente são os mais ricos neste nutriente: araçás, groselhas, mirtilos, amoras, groselhas - frutos do bosque -, toranja vermelha, a beterraba, a açafroa, entre outros. Cerca de 250 gr destes alimentos devem ser introduzidos na sua dieta diária, como resultado poderá em cerca de duas semanas encontrar benefícios na redução da dor.
Mário Feijoca /
Fonte: http://www.acorianooriental.pt/artigo/fibromialgia-e-preguica-e-tudo-da-cabeca


Para as mulheres portadoras de endometriose

Portadoras de endometriose não concordo com o diagnóstico de fibromialgia, ao invés de endometriose como tem acontecido com algumas das nossas mulheres. É claro e cristalino que não tem nada haver em muitos casos que acompanho. São mínimos os casos reais de fibromialgia em mulheres com endometriose. Infelizmente esta confusão custa tão caro, que chega a custar a vida.
A moda agora é fibromialgia, antes era psicológico, por favor investiguem, muitos médicos estão perdidos e outros realmente não sabem o que estão fazendo,. Os erros são constantes e absurdos  acompanhados de um profundo desrespeito e descriminação. 
Só peço que não desanimem e não desistam. Isto está acontecendo muito, muitas mulheres tem desistindo de continuar nesta luta. 
Peço a todas vocês que continuem conosco lutando, pois há uma luz no fim do túnel.
Não podemos perder as esperanças.
Ora o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espírito Santo. Romanos 15:13

Maria Helena Nogueira


Assine a Petição, nos ajude a lutar. É tão pouco pra você e tão muito pra nós.
Se puder envie aos amigos e peça colaboração.

 Assine a Petição em Prol Da Mulher Portadora de Endometriose

sábado, 25 de outubro de 2014

A Dispareunia pode evoluir para Vaginismo

                             Assine a petição, é só um minuto >>>>>>>>>>>>>>>>>

Dor e dificuldade de penetração na relação sexual podem ser vaginismo



KKKKKKk, eu provoco tudo. Mutsabori
O ginecologista e sexólogo diz ainda que lesões prévias sobre a vulva e a vagina, história de infecções repetidas que causam dores e irritações crônicas também podem ocasionar o problema. “A dispareunia pode evoluir para o vaginismo”, observa. 

                     Vaginismo é a contração involuntária da musculatura vaginal que impede a penetração. Essa disfunção sexual acomete entre 1 e 6% das mulheres com vida sexual ativa. Pouco conhecida e muitas vezes confundida com a dor na relação sexual – cujo nome técnico é dispareunia -, é comum não só que a mulher receba o diagnóstico errado, já que muitos profissionais desconhecem o problema, como também tenha que se submeter a um rosário de especialistas com tratamentos, inclusive, inadequados. “As pacientes relatam ser tratadas como neuróticas ou difíceis e acusadas de não colaborarem com o exame médico. Às vezes se referem ao exame ginecológico como um estupro, já que a questão básica dessa disfunção sexual é a incapacidade em permitir a penetração vaginal, seja através do ato sexual, do exame ginecológico ou em alguma outra situação, mas nem sempre em todas”, explica o ginecologista, sexólogo, coordenador do Departamento de Sexologia Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG) e presidente do Comitê de Sexologia da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais (Sogimig), Ramon Luiz Braga Dias Moreira.

A jornalista H. B., 33 anos, conta que recebeu o diagnóstico vaginismo no parto de sua filha, hoje com 13 anos. “O obstetra tentava fazer o exame de toque para ver a minha dilatação e involuntariamente o músculo da minha vagina apertava a mão dele, sendo que o tempo todo ele me pedia para relaxar para facilitar o exame. Ele me disse que não era normal sentir dor no exame de toque, mas eu sentia muita porque os músculos se contraíam, como se quisessem impedir a penetração de sua mão. Ele não me disse nada na hora, mas foi até à minha mãe e disse a ela que eu deveria procurá-lo para tratar de vaginismo. Na hora, ela ficou sem entender nada”, relata.

Em artigo publicado na Revista Médica de Minas Gerais, Ramon Luiz Braga afirma que existem imprecisões quanto ao próprio conceito de vaginismo, mas também em relação ao diagnóstico, forma de tratamento e participação de vários especialistas como psicólogos, fisioterapeutas, ginecologistas, psiquiatras, sexólogos e psicanalistas no esforço de propor uma abordagem à paciente. Atualmente, a literatura médica coloca como definição de vaginismo “a dificuldade persistente ou recorrente da mulher em permitir a entrada vaginal do pênis ou dedo e/ou objeto, apesar do desejo expresso da mulher em fazê-lo. Ocorre geralmente evitação (fóbica), contração involuntária da musculatura pélvica e antecipação/medo/experiência de dor. Devem ser excluídas outras anormalidades estruturais ou físicas”. O conceito consta no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), publicação norte-americana que é conhecida como ‘bíblia da psiquiatria’.

Membro também da Sogimig, a ginecologista Ana Lucia Valadares explica que o vaginismo é classificado como primário ou secundário. No primeiro caso, segundo ela, a mulher apresenta o problema já no início da vida sexual. “O secundário é quando a disfunção aparece em algum momento da vida sexual”, afirma a médica.

Depois do nascimento da filha, H. B. foi ao consultório do médico que assistiu o parto e o profissional fez o encaminhamento a um sexólogo. “Achei super estranho, mas como confiava muito nele, fui o mais rápido possível. O sexólogo também era ginecologista, me examinou e viu que clinicamente não havia nada de errado. Nesta mesma consulta, ele fez três moldes de gesso (pequeno, médio e grande) e pediu que eu usasse todos os dias e fosse aumentando o tamanho gradativamente. Eu colocava o molde dentro de um preservativo masculino e introduzia na vagina. Ficava com ele o dia todo. A intenção era fazer com que a musculatura vaginal se acostumasse com a penetração e parasse com os movimentos involuntários sempre que algo se aproximasse. O tratamento durou apenas três dias, confesso que tenho nervoso de ficar mexendo muito, nem absorvente interno eu uso, mas por incrível que pareça, usei apenas o molde P nos três dias e o problema foi completamente resolvido. Desde então eu tenho relações normais e prazerosas do início ao fim”, relata.

Causas
Ramon Luiz Braga afirma que o histórico de uma educação sexual rígida - seja moral, religiosa ou ambas - é a causa mais comum do vaginismo. “Mulheres com histórico de abusos sexuais na infância e estupro em qualquer fase da vida podem desenvolver a disfunção sexual. É comum também quando a primeira relação sexual foi insatisfatória, dolorosa ou forçada”, explica o especialista. 

O ginecologista e sexólogo diz ainda que lesões prévias sobre a vulva e a vagina, história de infecções repetidas que causam dores e irritações crônicas também podem ocasionar o problema. “A dispareunia pode evoluir para o vaginismo”, observa. 

Mulheres que sofreram traumas não sexuais no passado - como acidentes de automóveis, violência doméstica e assaltos à mão armada - também podem desenvolver essa disfunção sexual. “Nesses casos, pode-se dizer que é sintoma atípico de síndrome de pânico. O vaginismo pode também ser a negação à homossexualidade, nas mulheres que insistem em relação heterossexual que não é o seu objeto de desejo. Há casos em que o vaginismo constitui-se em rejeição específica ao parceiro sexual e a condição desaparece quando a paciente troca de parceiro”, detalha o médico. Outra situação em que o vaginismo pode aparecer é após a menopausa devido à atrofia genital no período ou mesmo sem esse fator. 

Causas físicas também podem gerar o vaginismo. “Processos anatômicos, ou seja, quando a mulher nasce com algum defeito na vagina, câncer de colo de útero, câncer da vagina, atrofia da vagina e o próprio tratamento contra o câncer podem ocasionar essa disfunção sexual”, explica Ramon. Mulheres que passaram pela episiotomia (corte entre a vagina e o ânus) no parto via vaginal também podem desenvolver vaginismo.

                                             
Ramon Luiz Braga afirma que o histórico de uma educação sexual rígida - seja moral, religiosa ou ambas - é a causa mais comum do vaginismo
O especialista chama atenção para as cirurgias estéticas da vagina. “É uma região de muitas terminações nervosas, com risco de cicatriz dolorosa que pode afetar a vida sexual da mulher para sempre. Qualquer corte na vagina necessita de uma indicação bem precisa, que faça diferença para a saúde da mulher. Não se pode sair indicando plástica na vagina para todo mundo, mas apenas quando os grandes lábios e pequenos lábios estiverem atrapalhando algum processo fisiológico ou causando algum transtorno para a vida dessa mulher”, avalia.


Dificuldade no diagnóstico

H. B. diz que, por três anos, sentiu dor nas relações sexuais. “Eu expliquei ao sexólogo que era uma luta para conseguir ter relações sexuais, a dor era quase insuportável e eu ficava machucada (assada) com poucos minutos. Eu achava que aquilo era normal e que, provavelmente, acontecia porque eu não tinha relações sexuais frequentes. E naquela época eu não contava isso pra ninguém, só contei depois que me curei. Ele me explicou que o vaginismo ocorre, geralmente, por algum problema ou trauma psicológico. Eu não me lembro de nenhum, mas o que importava era me tratar”, conta.

A jornalista relata que conseguia sentir algum prazer no sexo. “Antes de chegar ao orgasmo, o queimor como de uma assadura começava e atrapalhava tudo. Como a musculatura se comprimia o tempo todo como se quisesse expulsar o pênis, isso causava uma irritação horrível, parecia que tinha sofrido queimaduras mesmo. Em três anos eu cheguei ao orgasmo duas vezes”, narra. 

Ela diz ainda que o namorado sempre foi muito paciente. “Quando eu pedia para parar, ele respeitava o meu pedido sem ficar chateado e eu tentava compensá-lo de outras maneiras. Como ele foi o meu primeiro parceiro, parece que ele pensava igual a mim, que isso acontecia porque eu não tinha relações frequentes e porque ainda era inexperiente. Mas como achávamos normal, nunca falamos em procurar ajuda médica”, afirma.

Após o tratamento, H. B. descreve a sensação quando teve a primeira relação sexual sem dor. “Aí eu descobri o que era prazer de verdade. Relação sexual não tem absolutamente nada a ver com dor. E o bacana é que meu namorado na época também viu o quanto a nossa relação ficou melhor. Eu chegava ao orgasmo sem interrupções e a penetração se tornou um momento super tranquilo. Nada de tensão”, revela. A jornalista diz que não tem qualquer receio de o problema voltar. “Nem penso nisso. Na verdade nem lembro do vaginismo na minha vida”, reforça.

A jornalista recebeu o diagnóstico de vaginismo tanto do médico que fez o parto da filha dela, quanto do sexólogo que a acompanhou.“Olha, o que eu sei é que dava trabalho para o meu namorado, viu? A penetração era doída para ele também porque eu travava a musculatura de uma forma impressionante. Para você ter ideia, nós chegamos a ir umas três vezes ao motel e saímos de lá sem ter tido penetração. Em outras ocasiões, nós conseguimos, com muito custo, mas conseguimos”, resume.

Ramom Luiz Braga reforça que a própria definição de vaginismo traz em si algumas ambivalências como ser descrita na seção de doenças mentais apesar de o diagnóstico ser feito por ginecologistas. “Como fazer o diagnóstico de vaginismo se a mulher não permite o exame vaginal? Como saber se ela tem espasmo (contração involuntária) da musculatura se não se tem acesso à sua vagina? Só resta pensar que esse diagnóstico é feito por ‘presunção’”, explica. A terceira dúvida é resumida assim por ele: “O que se contesta hoje é se a mulher realmente possui um espasmo crônico da vagina e por isso não consegue a penetração ou se ela contrai a vagina e o períneo devido ao medo da penetração, somente na hora em que essa ameaça aparece”. 

Tratamento

O desconhecimento geral do problema é uma das dificuldades a ser superada pela mulher que tem vaginismo. “A primeira providência é informar essa mulher sobre a disfunção e assegurar que há tratamentos disponíveis. Um dos grandes erros é propor uma solução cirúrgica, o que raramente é necessário, somente quando a causa do vaginismo é física”, pontua Ramon Luiz Braga. 

Segundo o especialista, existem vários tratamentos para o vaginismo, mas o mais importante é a psicoterapia associada ao acompanhamento médico. “O vaginismo é uma reação fóbica da mulher à penetração, é muito comum em mulheres com conceito errado da sexualidade, que receberam uma educação sexual rígida”, reforça. 

O ginecologista e sexólogo explica que é necessário que a musculatura vaginal da mulher retorne ao tônus normal. Para isso, é feito uma dilatação manual com o uso de vasodilatadores. “Também é possível provocar a alteração desse tônus com um aparelho de fisioterapia chamado biofeedback. São eletrodos que são introduzidos na vagina para provocar contrações involuntárias e diminuir o tônus muscular”, explica. Outra alternativa é a injeção de toxina botulínica (botox) para relaxar a musculatura. Segundo Ramon, ainda existem medicamentos que provocam esse relaxamento. A terapia é importante, inclusive, para trabalhar a relação da paciente com a própria genitália. “O índice de resolução do problema varia entre 90% a 95% e acontece no período de três a seis meses”, diz o médico. Ramon Luiz Braga salienta que as mulheres que ficam focadas no ginecologista não encontram tratamento correto. 

O que mostram os avanços sobre o conhecimento do vaginismo é que ele requer abordagem multidisciplinar. “Os profissionais que se dedicam ao tratamento desse assunto devem entender o sofrimento por que passam as pacientes”, afirma Ramon. Segundo ele, novos tratamentos estão em progresso e os estudos na área da fisioterapia têm sido muito importantes para impedir que o vaginismo impeça a vida sexual e o bem-estar de muitos casais.

Fonte:http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/10/22/noticia_saudeplena,150930/dor-e-dificuldade-de-penetracao-na-relacao-sexual-podem-ser-vaginismo.shtml

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Novos Mutirões para UltrasonTranvaginal com Preparo Intestinal

Ultrassom Transvaginal com preparo intestinal 
                                                     (pacientes com endometriose)


Dias  07, 08 e 09/11/14

Marque seu exame aqui  formulário e telefones para marcações. 
Utilidade Pública: Exames em geral  segue agenda de novembro
                                           Todos os exames devem ter pedido médico.
Doppler de Carótidas
Ultrassom Joelho e tornozelo
Eco Pediátrico – (pacientes de 0 a 14 anos) 
Ultrassom Abdomem e Rins e vias urinárias 
Ultrassom Obstétrico 2º trimestre (20 a 28 semanas de gestação)
Ultrassom Obstétrico 1º trimestre (11 a 14 semanas de gestação)
Ultrassom Transvaginal (15 a 45 anos)
Testículos e Tireóide
Ultrassom Ombro 
Ultrassom Cotovelo e Punho
Ultrassom Quadril e Quadril infantil
Colposcopia/Vulvoscopia e Papanicolau 
Ultrassom Transvaginal com preparo intestinal (pacientes com endometriose)
Biópsia de mama – 05/11/14 e 23/11/14 – somente com pedido médico
Ultrassom Obstétrico de 24 a 29 semanas 
Eco Transesofágico- somente com pedido médico

Mulheres e Novelos

Chegou na loja, vem pegue já o seu. 


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mulheres e Novelos: desentrelaçando a endometriose e a maternidade


A primeira parte do livro "Mulheres e Novelos: desentrelaçando a endometriose e a maternidade" é composta de textos autobiográficos que buscam identificar e desentrelaçar vários aspectos da endometriose e da maternidade. Crônicas minhas e de outras tantas mulheres de idades e realidades diversas. A segunda parte traz uma história que rompe os estigmas da idade para a maternidade. Detalhadamente descrita, a experiência do casal sexagenário ilustra que um encaminhamento cuidadoso e multidisciplinar pode ter êxito num tratamento de inseminação. Outra história, também presente nestas páginas, descreve de forma madura e reflexiva a escolha pela adoção. A terceira parte apresenta a contribuição de especialistas para compreendermos de forma mais sensível e criteriosa a saúde feminina. Contribuições do Direito, da Nutrição funcional, do Exercício físico sistemático e uma pesquisa fenomenológica sobre o corpo gestante. Na quarta parte apresento textos curtos que pontuam aspectos centrais de reflexão sobre a importância de desentrelaçarmos a endometriose e a maternidade. Afinal, persistem questões graves ainda não respondidas pela Ciência que colocam as mulheres num permanente desafio. Ao decorrer dos textos “desentrelaçamos” alguns temas: as crises de dor; as suspeitas hipocondríacas; os medos, os desejos e o sonho da maternidade; o aborto espontâneo; o grande fluxo de sangue; as inseminações; as altas doses hormonais; a retirada do útero; os miomas, cistos e as aderências; os relacionamentos amorosos; a vontade constante de ter saúde; o fim das crises de dor; ou ainda, as inúmeras consultas médicas e os exames repetitivos.

TATIANA PASSOS ZYLBERBERG
Organizadora do livro Mulheres e Novelos: desentrelaçando a endometriose e a maternidade
Licenciada, Bacharel, Mestre e Doutora em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Professora do Instituto de Educação Física e Esportes (IEFES) da Universidade Federal do Ceará (UFC). Coordenadora do LEPSER – Laboratório de Estudos das Possibilidades de Ser. Diretora da Divisão de Formação Docente: CASa/UFC (Comunidade de Cooperação e Aprendizagem Significativa) . Membro da Academia Itajubense de Letras (AIL).
           Segunda dia  20/10 em nossa loja pegue seu livro clique na Guerreira e ela te levará à loja
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Estamos precisando de sua ajuda, assine e se puder imprima a petição e colha assinaturas, afinal esta causa é de todas nós, e se você não ajudar, quem vai? Quem nem sabe de nossa existência? ou de nosso sofrimento? Pense nisso e aja como puder

Petição para imprimir 
https://docs.google.com/document/d/1SwwLrqs0sPuFi96yAmhsTp7bOIgTCv71uIDgsV0eKZA/edit
         





quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Buscando Respostas


ATENÇÃO
Alerta:
    Menina esta causa é sua ajude-nos, imprima a petição e colham assinaturas >>>>
 Buscando respostas...


Onde estão nossos direitos de viver como ser Humano
Somos tachadas como chatas, mal humoradas,
Loucas e preguiçosas...
Precisamos de médicos que acreditem em nossas dores e que não nos tratem como loucas.
Onde anda os direitos humanos?
Nossa dor não é psicológica, se fosse porque estão retirando nossos órgãos? 
Pedaço do intestino, bexiga, rins e nossos órgãos reprodutores...
Este ato MÉDICO é psicológico?
Teriam esses médicos cometido loucuras e estão precisando de tratamentos  com psicólogos e de psiquiatras por agirem assim?
Eu digo que não!
Pois se torna necessário o procedimento cirúrgico para que não cause problemas mais sérios..
Então nossa dor não é caso de psiquiatra e nem psicológica não é mesmo?
...Onde anda o direito de muitas mulheres serem Mães com tratamentos gratuitos?
 Uma doença que age como um câncer  as vezes tratadas com medicamentos fortes e esta levando nossos órgãos .
Somos loucas??????????
Onde estão nossos governantes será que eles sabem o que é  ENDOMETRIOSE?
NÃO?
 Então eu vou lhes explicar não cientificamente, mas com experiência própria e em nome de todas as portadoras.
Endometriose nada mais é que o crescimento de células devido à menstruação que volta e cai na nossa parede abdominal pelas trompas e que crescem exageradamente dentro de nós e vai atacando nossos órgãos causando a dor do parto, isso mesmo a dor do parto para quem já sentiu sabe como é e quem nunca sentiu e já senti uma cólica de rins imaginem ela milhões de vezes em um só minuto isso mesmo! Estamos sendo mutiladas, humilhadas diante da sociedade que nada faz.
Sabemos que tem outras milhares de doenças físicas  e neurológicas que aparentam ser pior que a nossa. E são sem dúvidas ,mas a nossa não é diferente queremos respostas e tratamentos dignos .
Ela é como todas essas outras físicas ou não aparente que tem no mundo, ela  só é diferente em uma coisa   nos leva a óbito  em vida.
O que fazer?
 Pois mesmo tirando o útero ela continua a progredir após algum tempo, porque dizem que ela alimenta do estrogênio e são os ovários os responsáveis por isso? E porque  mesmo tirando os ovários ela continua?Quando perdemos os ovários chega á menopausa e ai temos que refazer reposição hormonal como dizer que vamos ficar curadas quando chegar a menopausa se vamos ter que repor o hormônio que segundo eles alimenta a doença caso fique algum foco?
Onde estão essas respostas?
Endometriose é quando você chora, fala grita e mesmo tendo alguém do seu lado parece estar sozinho...Não se enxerga aos olhos o que o coração sente não é mesmo
Somos assim não nos enxergam!
Quando somos percebidas nos olhos com o olhar da ignorância?
Isso mesmo Ignorância..essa palavra sem sentido para quem a sente que não enxerga o próximo com os olhos de Deus ...
É assim que sentimos...
ENTÃO:                                                                                                                             
Somos loucas ???
Onde esta o tratamento da nossa loucura?
Ficará mais em conta esse tratamento?
A loucura e a verdade andam juntas?
Uma coisa temos certeza...Somos Guerreiras, mas a luta esta invencível aos olhos do ser humano mas para Deus jamais!
Vamos ajudar todos os grupos de apoio a mostrar a todos o que essa doença esta fazendo conosco!
"Grupos nos permitam colocar seus nomes, o trabalho de todos é fundamental."Maria Helena 
Junta em uma só voz.
Leda Gonzaga

Escritora/Colunista Ong Acalentar /Uberlândia 02 de Setembro de 2014.

Precisamos de você
 Coloque um tijolinho na nossa casinha click nela e saiba como
#juntasnumasovoz

 Gente ajudem põe um tijolinho na nossa casinha...
     

terça-feira, 16 de setembro de 2014

O Grito


        Quando me vejo com dor, lembro- me desse quadro, intitulado “O Grito”   é uma série de quatro pinturas do norueguês Edvard Munch, a mais célebre das quais datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. (Wilkipédia, 05- 08- 2014, 11:57 h)
    O desespero e a incerteza tomam conta de mim, o  caminho, acaba se tornando macabro, até onde a aflição persistirá e quando terá um fim?      
    Os  médicos me disseram que quando casasse a dor melhoraria,encontrei um príncipe, casei e nada,o mal estava ali implacável, sombrio e amargo.
  Disseram-me mais uma vez,  que  engravidasse,   a dor acabaria, assim mesmo sem condições financeiras engravidei,, engravidei  e engravidei e hoje e sempre darei graças a Deus pois  descobri que engravidar já tinha sido um milagre. Apesar da gravidez  e da felicidade de ser mãe a agonia não teve fim.
     A sombra do fundo  do quadro , na minha visão endometriótica  são os médicos que nada sabem, não pesquisam  e falam do que não buscam compreender.  Eles opinam sobre o assunto , fazendo testes, sem se importar com os  sentimentos e nos deixam  pior que  entramos, quando não conseguem, mandam para o psiquiatra, que por sua vez, medicam a dor com calmantes como se não existisse e faz nos acreditar que somos loucas.
    O desgosto não acaba, , no quadro vem andando duas pessoas, são os julgadores das sofredoras,,não bastasse o sofrimento, ainda aparecem os opressores, aqueles que abrem a boca para dizerem que somos moles, preguiçosas, que isso é normal, coisas de mulher. Como uma dor, que se parece como de parto pode ser normal? Isso, todos os dias, minutos e segundos na sua vida. Para umas,duram dias;  para outras,meses;  para outras,, anos e para outras, uma vida.
 O laranja do  céu recria ainda que  desbotado,  o sangue perdido com as dores, hemorragias, dismenorréia,e etc... As linhas sinuosas também estão presentes no céu, na água demonstram uma dor sem fim, contínua, que despreza a vida, modifica sua história, te prostra,, te diminui, te faz senti inferior e dói na alma. Por isso escolhi essa obra, por ser tão dramática e interessante.
    Termino estas palavras agradecendo ao Autor da minha fé, que mesmo diante de tantas adversidades, nos momentos mais difíceis colocou pessoas maravilhosas que me apoiam e amam incondicionalmente. Aos meus presentes filhos e minha mãe que torcem por mim e me amam apesar das dificuldades. A Ong Acalentar na pessoa da nossa amiga Maria Helena Nogueira que sempre está de coração aberto para ajudar as portadoras, com amor, dedicação e carinho. Obrigada!!!
                                           Patrícia Gomes Vilaça

                                                (Minas Gerais)


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 Vamos #juntasnumasovoz , imprimam a petição e colham assinaturas, tirem fotos  ou escaneie e nos envie para mariahelena@endometriosemulher.com

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Atrofia Vaginal por uso de medicamentos que induzem a menopausa.

Não esqueça de imprimir a PETIÇÂO, depois fotografem, escaneie e nos envie, veja aqui ao lado>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Atrofia Vaginal: Alerta.

Bom meninas há tempos estou para fazer este post, pois o tema que vamos tratar hoje refere-se a fatos, aconteceu comigo e com algumas mulheres do grupo. E me sinto no dever de alertar porque o preço é muito alto.
Infelizmente estamos numa situação de que se correr o bicho pega se ficar o bicho come e se enfrentar sobrevivemos. Mesmo que em grande luta.
Há algum tempo venho sofrendo terrivelmente de mais uma nova dor, esta é no músculo que liga a vagina ao anus doi continuamente dia e noite, primeiro como de costume me automediquei, com pomadas vaginais, banhos com camomila, e permanganato de potássio. O que refrescava e aliviava, depois muito assustada achando ser algo mais grave por me impedir de dormir e mesmo tomando morfina não cessava a dor, já estava alucinada parecia um zumbi, fui parar no pronto socorro do HC, a gente pensa de tudo. Mas enfim, quando passei pela médica e ela deu o diagnóstico a tristeza me invadiu, era a dita cuja atrofia vaginal. E pasmem mais uma que não tem jeito, pode melhorar com uso de Estriol (hormônio), mas numa linguagem simples ela me descreveu, o tecido fica fininho e o nervo encolhe. Para nós é impossível usar esta pomada porque é tudo que a endometriose precisa, então ela passou uma que tem o mesmo efeito e não entra na corrente sanguínea, é localizada. A Colpotrofine 10mg. Que também seria ótimo não usar, mas é a única que acalma a dor, então vamos lá. Bom eu usei zoladex desde 1987, sempre parando por um ano e voltando a usar, nos últimos 5 anos usei sem parar pelo estado em que me encontrava, então estou em menopausa precoce desde os meus 26 anos. E Sabemos todos os efeitos colaterais destes medicamentos. Por isto vou passar aqui a bula de alguns para que vocês acompanhem e se cuidem. Por exemplo, não deixando de fazer sexo kkkk, mesmo que seja chorando, e exercícios vaginais.
 Aprendi a duras penas que este exercício vaginal é fundamental, não deixe a vagina ressecada, use sempre algum lubrificante, após defecar lave-se, pois ficamos muito susceptíveis a infecções. Temos que manter a elasticidade, a espessura e a umidade da vagina . Não posso deixar de relatar que o que está me ajudando é a fisioterapia vaginal, onde as meninas da Unifesp fazem massagem vaginal, colocam gelo, e isto tem me ajudado muito. Quero agradecer a Nina, a Carol, a Amanda enfim todas elas.

Obs: Fale sempre com seu médico. Só ele pode passar medicamento correto, até porque cada organismo é único. 
Vou colocar aqui as bulas de Zoladex, do allurene, prestem atenção meninas e redobrem a atenção com os ossos, passem a comer mais alimentos que contenham cálcio, tomem sol, cuidem dos dentes com maior atenção. Comam alimentos com menos gordura e açucar cuidando das artérias e coração, não esqueçam das fibras na alimentação para ajudar o intestino. 
A gente! Ja briguei tanto pra usar estes medicamentos, hoje estou pagando um alto preço, e pior nunca fiquei sem dor. Isto que é cruel. Mas pelo menos a endo não tomou conta de tudo, rsrs. 


A Seguir :Bulas  Allurene, Lupron, Zoladex



Próximo: O Grito de Patricia Vilaça.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Mutirão de Transvaginal com Preparo Intestinal para Mulheres com Endometriosre. Participe

    Bom dia Mulheres Guerreiras.
                                Hoje estamos lançando nossa parceria com a CETRUS .
Faremos aqui uma prestação de serviços trazendo a informações sobre exames a todos.
Mulheres poderão marcar seus exames aqui, totalmente gratuito, (Veja na aba acima) "marcar exames". 
Após este post acompanhe tudo em "Agenda". 
Mutirão de Exames Gratuitos na Unidade São Paulo - Setembro

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