A VERDADE SOBRE ENDOMETRIOSE QUE NINGUÉM VÊ OU QUER VER

endometriose Hoje, 3 de dezembro, é o dia mundial das deficiência invisíveis. Como a minha. Gostaria de dedicar este pensamento a todas as "pessoas", e eu escrevo entre aspas ironicamente porque não as considero essas mas as considero como esterco, que nos últimos anos têm gozado a minha doença, a minha dor física e moral, subestimaram as minhas condições De Saúde (a propósito: no dia 16 de dezembro eu volto na sala de cirurgia pela sexta vez em três anos), eles fazem piadas humilhantes no meu handicap, fingiram ser amigas. tentaram de todas as formas falar mal entre as rodas embora sabendo tudo de mim. Aqui está: saibam que existimos nós também #disabiliinvisibili, não somos Alex Zanardi, não somos Beatriz vio ou todos estes campeões de vida que elogiadas (com razão) nos vossos post. Somos pessoas anônimas, desconhecidas, que sofrem, que gritam sem ser ouvidas. Que sofrem humilhações e afrontas e não podem fazer nada. Eu estou doente. Sou uma mulher que sofreu três amputações: intestino, ampola retal e bexiga. Quatro exportações parciais: Ureter Sx, útero, vagina e ligamentos útero-Lombares. Tenho os nervos lombares tão estragos que se eu não tivesse incluído um neuro estimulador na coluna, não posso desempenhar as minhas funções corporais de forma independente. A minha doença não tem cura. Fico por aqui, não estou a listar as mil coisas que não posso mais fazer, porque não quero piedade. É agora que você perceba que as consequências da #endometriose não são piadas. Aqui trata-se de incapacidades permanentes, de órgãos amputados que não permitirão mais uma existência normal. O seu não reconhecer nós deficientes invisíveis é a demonstração da sua ignorância e, sobretudo, da sua mesquinhez. Não se ri nunca do sofrimento dos outros. Nunca. #Giornatamondialedelledisabilitainvisibili #Iosonodisabileinvisibile #Rompiamoilsilenzio CHEGA: #vamosgritar, #vamosgritar, #vamosgritar ASSINEM E REPASSEM A PETIÇÀO, PEÇA AOS AMIGOS QUE AJUDEM. #juntasnumasovoz não #vamosassinar, #vamosagir.

Obrigada Suzana Pires e Julio Fisher

terça-feira, 4 de junho de 2013

Universidade de Liverpool revelam enzima que poderá ser responsável pela endometriose

Novos descobrimentos sobre a endometriose
Os estudos mais recentes apontam para uma nova possibilidade de que ao confirmar-se a causa da endometriose podem-se abrir novas opções para tratamentos definitivos e, quem sabe, até mesmo para a cura desta doença.

 

Estes estudos, levados a cabo por científicos da Universidade de Liverpool, revelam que uma enzima poderá ser a responsável pela endometriose: a telomerasa.
Esta enzima é libertada por células no interior do útero nos últimos momentos do ciclo menstrual nas mulheres que sofrem de endometriose. Não se encontra com facilidade no corpo, vive nas capas internas do útero e em algumas células especiais, como as do esperma e as células cancerígenas. A sua influência sobre as células associa-se à capacidade de estas se reproduzirem indefinidamente.
Dharani Hapangama, um dos autores da investigação, explicou que “as células do interior do útero são únicas e podem produzir esta enzima nos primeiros momentos da menstruação. Contudo, as mulheres que padecem de endometriose produzem esta enzima em ambos os momentos do ciclo menstrual. Isto significa que as células continuam a dividir-se e a perder a função de favorecer uma gravidez”.
De acordo com o cientista, a acção prolongada da enzima faz com que o útero se torne mais hóstil e as células, que aparecem na última fase do ciclo menstrual, fiquem mais agressivas e com uma maior capacidade de sobreviverem, de implantarem-se fora do útero e de provocarem dor.
 
Para realizar o estudo, os científicos ingleses avaliaram 29 mulheres que sofriam de endometriose e outras 27 livres desta doença. A ambos os grupos foram realizadas biopsias do tecido uterino em diferentes fases do ciclo menstrual, com a finalidade de determinar a presença e o comportamento da enzima telomerasa.
 

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