A VERDADE SOBRE ENDOMETRIOSE QUE NINGUÉM VÊ OU QUER VER

endometriose Hoje, 3 de dezembro, é o dia mundial das deficiência invisíveis. Como a minha. Gostaria de dedicar este pensamento a todas as "pessoas", e eu escrevo entre aspas ironicamente porque não as considero essas mas as considero como esterco, que nos últimos anos têm gozado a minha doença, a minha dor física e moral, subestimaram as minhas condições De Saúde (a propósito: no dia 16 de dezembro eu volto na sala de cirurgia pela sexta vez em três anos), eles fazem piadas humilhantes no meu handicap, fingiram ser amigas. tentaram de todas as formas falar mal entre as rodas embora sabendo tudo de mim. Aqui está: saibam que existimos nós também #disabiliinvisibili, não somos Alex Zanardi, não somos Beatriz vio ou todos estes campeões de vida que elogiadas (com razão) nos vossos post. Somos pessoas anônimas, desconhecidas, que sofrem, que gritam sem ser ouvidas. Que sofrem humilhações e afrontas e não podem fazer nada. Eu estou doente. Sou uma mulher que sofreu três amputações: intestino, ampola retal e bexiga. Quatro exportações parciais: Ureter Sx, útero, vagina e ligamentos útero-Lombares. Tenho os nervos lombares tão estragos que se eu não tivesse incluído um neuro estimulador na coluna, não posso desempenhar as minhas funções corporais de forma independente. A minha doença não tem cura. Fico por aqui, não estou a listar as mil coisas que não posso mais fazer, porque não quero piedade. É agora que você perceba que as consequências da #endometriose não são piadas. Aqui trata-se de incapacidades permanentes, de órgãos amputados que não permitirão mais uma existência normal. O seu não reconhecer nós deficientes invisíveis é a demonstração da sua ignorância e, sobretudo, da sua mesquinhez. Não se ri nunca do sofrimento dos outros. Nunca. #Giornatamondialedelledisabilitainvisibili #Iosonodisabileinvisibile #Rompiamoilsilenzio CHEGA: #vamosgritar, #vamosgritar, #vamosgritar ASSINEM E REPASSEM A PETIÇÀO, PEÇA AOS AMIGOS QUE AJUDEM. #juntasnumasovoz não #vamosassinar, #vamosagir.

Obrigada Suzana Pires e Julio Fisher

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Queridas amigas endo Guerreiras


Quando resolvi escrever algo sobre a endometriose a 15 anos atrás não pensei que conseguiria tamanha 
repercussão, aqui na minha cidade algumas emissoras estão se interessando pelo assunto e recebi alguns convites para entrevista sou bastante tímida mas estou conseguindo aos poucos me abrir e enfrentar essa 
missão e estou encarando esses novos desafios para divulgar nossa luta e quem sabe conseguirmos algo em nosso benefício.


apoio de todas v0cês do grupo tem sido fundamental então compartilhem. Grite e não se calem 
precisamos divulgar o máximo até alguém ouça nossa voz... #juntasnumasóvoz

Todas nós sabemos sobre o panorama da endometriose na vida de uma portadora muitas das vezes guarda pra si a dor da descoberta de uma doença desconhecida, sozinha sem diagnóstico preciso e apoio familiar e profissionais que abraçam a causa sofre essa dor guarda para si atingindo a alma,perdendo assim seus valores que leva nossos sonhos e vontade de viver. Muitas das vezes tratadas como mimada,preguiçosa,Maria das dores.

Tratamentos fortes para câncer e alguns na base de hormônios, Morfina é preciso de muita ajuda pra que essa mulher não caia em um depressão profunda.

Até chegar a um diagnóstico é uma verdadeira via crucis, ultra-som,videolaparoscopia para diagnósticos,ressonância pélvica, suspeita de câncer ,problemas de rins ,bexiga,cistos,miomas e por ai vai.Até que venha a descoberta e já estamos com comprometimentos de alguns órgãos pélvicos que causa a infertilidade ,rins,bexiga,intestino que podem ainda nos deixar mutiladas.

Mas somos pessoas de sorte com tantos problemas sabemos que não é um câncer segundo os 
médicos ela age como e as vezes é tratada como,mas não é.

Todas nós somos diferentes com organismos diferentes e uma história com a endo.talvez seja por isso que a endometriose seja esse enigma a medicina com várias caras e facetas.

Os tratamentos são diferenciados de acordo com a aceitação de nosso organismo, difícil, o que 

O livro mostra que viramos militantes contra a doença, pois estudamos,pesquisamos a cada dia sobre a doença e as vezes parece que sabemos mais que os próprios médicos que as vezes querem nos colocar contra a parede em dizer que nossas dores são coisa da nossa cabeça,cada estudo nosso nos leva ao mesmo passo descobrimos que nada se mudou de 20 anos pra cá nem mesmo a divulgação,foram poucas as conquistas em questão de diagnósticos e cirurgias.Sabemos que se nós mulheres não acordar e procurar se cuidar mais não aceitando que uma simples cólica não é normal,não poderemos cobrar da sociedade médica e sociedade em geral. Não podemos deixar que eles falem que é coisa da nossa cabeça,que somos loucas e sermos encaminhadas para psiquiatras,não somos loucas somos portadoras dessa maldita doença que não mata mas rouba nossos sonhos e nos leva em óbito em vida.

Vamos todas juntas questionar quando for preciso diante de uma mesa de um consultório médico estamos pagando por isso e merecemos mais respeito em sermos tratadas como gente.

 Leda Gonzaga/Escritora



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